quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

SEU PC: UM MICRO-SERVIDOR

A Google sempre inovando. A preocupação com o consumo de energia fez a empresa pensar em transformar a distribuição da internet. O motivo é o grande gasto energético que é gerado em seus servidores diariamente.

O  NanoDataCenters Project é o projeto que pretende trocar o esquema Cliente-Servidor utilizado até hoje, pelo Peer-to-Peer. Este modelo transformaria os próprios usuários em algo como nano data centers (pequenos centros de dados), armazenando os dados e redistribuindo. 


Isso já acontece hoje em redes de compartilhamento de arquivos como o Emule e o LimeWire, conhecidos como redes P2P (que nada mais é que Peer-to-Peer).

A idéia com certeza não é ruim, afinal o projeto se baseia no argumento de que os modens e roteadores domésticos não usam o total de sua capacidade e poderiam também serem utilizados para esse benefício.

Contudo, acredito que a segurança da internet deverá ser totalmente revisada antes de uma implementação desse porte, afinal, se nossos HD's serão pequenos servidores de distribuição, teremos que estar bem protegidos.

Ainda não existe nada concreto. Vamos aguardar as novidades!

Fonte: Info Blogs

domingo, 10 de janeiro de 2010

ENERGIA DO FUTURO

  A mais nova notícia sobre a gigante Google é o seu interesse em entrar para o mercado de energia, o que já está sendo negociado com as autoridades americanas. A empresa, como se sabe, já investiu em carros elétricos e geração de energia eólica. Se o plano se concretizar, o serviço de distribuição será feito pela sua filial, a Google Energy.

  Seu objetivo, já declarado em 2007, é reduzir as emissões de carbono investindo em energia verde e renovável. O que será um trabalho árduo.

  Sabemos que a muito tempo, existe o propósito de se produzir, em maior escala, energia renovável e limpa, o problema é o custo. Produzir energia com carvão, por exemplo, é muito mais barato, porém mais suja e não é renovável. No capitalismo o dinheiro sempre fala e sempre falou mais alto.

  Se for encontrada uma forma de produzir energia barata e limpa, creio que a Google será uma das grandes empresas à investir nisso. Se mais empresas deste porte tiverem a mesma visão, talvez no futuro possamos viver uma realidade sonhada à tempos: carros elétricos, planeta estável e humanidade consciente.  : )



Fonte:  Folha Online
  

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

AS VAQUINHAS QUE SE CUIDEM

A Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), pela primeira vez se envolvendo em questões ambientais, estudará o impacto da produção de carne na emissão de gases-estufa e no super-aquecimento da Terra. Segundo estimativa, a produção de carne é responsável por 18% de todas as emissões destes gases na atmosfera.


Até o ex-Beatle, Paul McCartney criou uma campanha pedindo que as pessoas não comam carne um dia por semana. O que já ajudaria, de certa forma, à reduzir o impacto.


O problema é que a população mundial está cada vez mais carnívora, a demanda por proteína animal aumenta constantemente. Se a opção escolhida para solucionar o problema for social, ou seja, incentivar as pessoas à comer menos carne, vai levar muito tempo para se chegar ao estágio desejável. Hábitos sociais são difíceis de serem derrubados, ainda mais relacionados ao maior ímpeto de sobrevivência do ser-humano desde o início dos tempos: a alimentação.


Creio que a solução deverá ser muito mais estrutural ou científica do que social. Talvez criando modos diferenciados de criação de animais, reduzindo a emissão do tão danoso gás metano, expelido pelos ruminantes. Ou até um passo muito mais avançado para a ciência, e que já foi dado: a carne artificial. Criada em laboratório, ela não é ficção, já está sendo testada e aprimorada, e mais cedo ou mais tarde pode chegar na sua mesa. :D~